LLMs

Claude, Codex, and Hermes installed unowned code inside corporate networks

Publicado porAIDaily
Revisão humana por: Eder Pereira · 01 de setembro de 2026
2 min de leitura
Autor na fonte original: Dan Goodin

Pesquisadores descobriram que mais de 100 sites referenciam conteúdo executável perigoso, instalado automaticamente por agentes de IA. Empresas da Fortune 500 estão entre as afetadas, levantando preocupações sobre segurança cibernética e a necessidade de regulamentação mais rigorosa.

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Claude, Codex, and Hermes installed unowned code inside corporate networks

Recentemente, uma pesquisa realizada por uma startup em Israel revelou que mais de 100 sites estão referenciando conteúdo executável potencialmente perigoso, que é instalado automaticamente quando acessado por agentes de inteligência artificial (IA). Entre as empresas afetadas, estão algumas da lista Fortune 500, que executaram códigos de prova de conceito. O estudo identificou que arquivos denominados llms.txt e llms-full.txt, que têm se tornado uma convenção emergente para fornecer resumos legíveis por máquinas do conteúdo e estrutura de sites, estão sendo utilizados para direcionar agentes de IA a pacotes de código não registrados. Essa situação levanta preocupações significativas sobre a segurança cibernética, especialmente em um momento em que a adoção de IA está crescendo rapidamente em diversos setores. Os pesquisadores analisaram 6.214 domínios ativos pertencentes a contratantes de defesa, empresas da Fortune 500 e grandes empresas de tecnologia. Durante a varredura, encontraram 8.265 arquivos llms.txt e llms-full.txt, dos quais 120 apontavam para pacotes de código ou nomes de domínio não registrados. Para testar a reação de um agente de IA a esses arquivos, os pesquisadores registraram alguns dos nomes não reclamados e hospedaram pacotes que provocaram uma resposta de conexão de uma empresa da Fortune 500 em menos de uma hora. Com o tempo, mais respostas foram recebidas, incluindo de outras empresas da Fortune 500 e startups. A análise das respostas revelou que agentes de codificação como Claude, Codex da OpenAI e Hermes da Nous Research estavam envolvidos no processo. A descoberta de que agentes de IA podem ser manipulados para instalar código não autorizado em redes corporativas é alarmante. Isso não apenas expõe vulnerabilidades em sistemas de segurança, mas também destaca a necessidade de uma melhor regulamentação e práticas de segurança em relação ao uso de IA. A falta de resposta das empresas mencionadas, como Anthropic e OpenAI, em relação a esse problema, levanta questões sobre a responsabilidade e a transparência na utilização de tecnologias de IA. Além disso, a situação aponta para a necessidade urgente de que as empresas adotem práticas de segurança mais rigorosas, especialmente aquelas que operam em setores sensíveis, como defesa e tecnologia. À medida que a IA se torna mais integrada aos processos corporativos, a proteção contra ameaças cibernéticas deve ser uma prioridade. O uso de arquivos llms.txt e llms-full.txt deve ser cuidadosamente monitorado e configurado para evitar que agentes de IA sejam explorados por códigos maliciosos. Por fim, essa situação serve como um alerta para o setor de tecnologia brasileiro, que está em rápida evolução e adoção de IA. As empresas devem estar cientes dos riscos associados ao uso de tecnologias emergentes e implementar medidas de segurança adequadas para proteger suas operações e dados. A colaboração entre empresas de tecnologia, reguladores e especialistas em segurança cibernética será essencial para mitigar esses riscos e garantir um ambiente digital seguro para todos.

Pontos-chave

  • Mais de 100 sites estão instalando conteúdo executável perigoso automaticamente quando acessados por agentes de IA.
  • Empresas da Fortune 500 estão entre as afetadas, levantando preocupações sobre a segurança cibernética.
  • A falta de resposta de grandes empresas sobre o problema destaca a necessidade de maior responsabilidade e transparência.

Análise editorial

A revelação de que agentes de IA podem ser manipulados para instalar código não autorizado em redes corporativas é um alerta importante para o setor de tecnologia brasileiro. À medida que as empresas brasileiras adotam cada vez mais soluções de IA, a segurança cibernética deve ser uma prioridade. O uso inadequado de arquivos como llms.txt e llms-full.txt pode expor as empresas a riscos significativos, especialmente em um cenário onde a proteção de dados é fundamental. Além disso, a falta de resposta de grandes empresas como OpenAI e Anthropic sobre essa questão levanta preocupações sobre a responsabilidade das empresas de tecnologia em garantir a segurança de suas ferramentas. A transparência e a comunicação proativa são essenciais para construir a confiança entre usuários e desenvolvedores de IA. O Brasil, com seu crescente ecossistema de startups e inovação, deve estar atento a essas questões. A colaboração entre empresas de tecnologia, reguladores e especialistas em segurança cibernética será crucial para desenvolver diretrizes que protejam tanto as empresas quanto os consumidores. O futuro da IA no Brasil depende de uma abordagem responsável e segura. Por fim, a situação destaca a necessidade de educação e conscientização sobre segurança cibernética em todos os níveis das organizações. As empresas devem investir em treinamento e em práticas de segurança robustas para mitigar os riscos associados ao uso de tecnologias emergentes. Somente assim será possível garantir um ambiente digital seguro e confiável para todos os envolvidos.

O que esta cobertura entrega

  • Atribuicao clara de fonte com link para a publicacao original.
  • Enquadramento editorial sobre relevancia, impacto e proximos desdobramentos.
  • Revisao de legibilidade, contexto e duplicacao antes da publicacao.

Fonte original:

Ars Technica AI

Sobre este artigo

Este artigo foi curado e publicado pelo AIDaily como parte da nossa cobertura editorial sobre desenvolvimentos em inteligência artificial. O conteúdo é baseado na fonte original citada abaixo, enriquecido com contexto e análise editorial. Ferramentas automatizadas podem auxiliar tradução e estruturação inicial, mas a decisão de publicar, a revisão factual e o enquadramento de contexto seguem responsabilidade editorial.

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