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Humanoid data

Publicado porRedacao AIDaily
3 min de leitura
Autor na fonte original: James O'Donnell

I was recently invited to join an app that would pay me cryptocurrency to film myself doing tasks like putting food into a bowl, microwaving it, and then taking it out. Another website suggested I try a new game in which I’d remotely control a robotic arm in Shenzhen, China, as it completed puzzles and…

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I was recently invited to join an app that would pay me cryptocurrency to film myself doing tasks like putting food into a bowl, microwaving it, and then taking it out. Another website suggested I try a new game in which I’d remotely control a robotic arm in Shenzhen, China, as it completed puzzles and tasks, to help improve the robot’s dexterity. What on earth is happening? Well, just as our words became training data for large language models, robotics companies are betting that data about the way we move will help them build more capable humanoid robots. They see humanoids—despite being trickier to train than simple robotic arms—as more easily slotting into the places where humans work today (and someday replacing them entirely). This new notion for how to train humanoids arguably began with the launch of ChatGPT in 2022. Large language models were able to generate text through exposure to massive amounts of training data—every word ever written that AI companies could find (or, some argue, steal). Roboticists wanted to apply these scaling laws to robotics but lacked an internet-size collection of data describing how we move. Put off by how difficult this would be to amass, companies used workarounds, like teaching robots to move in virtual simulations. However, simulations never perfectly model how things like friction or elasticity work in the real world, so the robots trained in them tended to (literally) stumble. Now companies building humanoid robots have decided that collecting real-world data, as cumbersome as it is, could yield a massive payoff. That’s where things got weird. Early efforts were quaint and academic. Labs collected hours and hours of data from people doing household tasks, like flipping waffles or cleaning their desks, while wearing cameras or handheld grippers. The data was shared openly. But as venture capital money poured into robotics—$6.1 billion in 2025 for humanoids alone—the race to create this training data has gotten more competitive, and more elaborate. There are now training centers in China where people wear exoskeletons and virtual-reality hardware while they do the same repetitive task, like wiping a table, hundreds of times per day. Gig workers in Nigeria, Argentina, and India are filming themselves doing chores at home . Earlier this year, I learned that a delivery company in the US had outfitted its employees with sensors that track their movements as they carry boxes, in part to study injuries but also with the goal of training robots that could replace them. All this points to a surreal future of work in which physical laborers increasingly become data collectors. But training robots on movement data we collect is still a complicated proposition. It’s not clear that it’s even possible to do it at the scale potentially needed to yield technical breakthroughs, let alone build a profitable business. What is the value of a clip of me opening my microwave? How many thousands of those moments would it take to teach a robot to cook dinner? Perhaps this’ll be the year we find out.

Pontos-chave

  • A coleta de dados do mundo real é crucial para o treinamento eficaz de robôs humanoides.
  • O Brasil pode se beneficiar de investimentos em robótica e inovação, especialmente na coleta de dados.
  • É fundamental garantir a ética na coleta de dados e no tratamento de trabalhadores envolvidos.

Análise editorial

A crescente demanda por dados do mundo real para treinar robôs humanoides representa uma mudança significativa na abordagem da robótica, especialmente em um contexto onde a automação e a inteligência artificial estão se tornando cada vez mais integradas ao ambiente de trabalho. Para o setor de tecnologia brasileiro, isso pode abrir novas oportunidades de pesquisa e desenvolvimento, especialmente em áreas como aprendizado de máquina e interação homem-máquina. As empresas brasileiras que investem em tecnologia de robótica podem se beneficiar ao adotar métodos inovadores de coleta de dados, potencialmente colaborando com startups e universidades para criar soluções adaptadas às necessidades locais.

Além disso, a competição global por dados de treinamento está se intensificando, o que pode levar a um aumento de investimentos em robótica no Brasil. Com o fluxo de capital de risco direcionado a tecnologias emergentes, como robôs humanoides, é crucial que o Brasil não apenas participe desse movimento, mas também desenvolva uma infraestrutura que suporte a coleta e análise de dados. Isso inclui a criação de centros de pesquisa e desenvolvimento que possam atrair talentos e fomentar a inovação.

Por fim, a ética na coleta de dados e o tratamento de trabalhadores envolvidos nesse processo devem ser uma prioridade. À medida que mais pessoas se tornam parte desse ecossistema de coleta de dados, é essencial garantir que seus direitos sejam respeitados e que haja transparência nas práticas de remuneração e uso dos dados coletados. O Brasil, com sua diversidade cultural e econômica, pode se tornar um laboratório interessante para testar e implementar essas novas abordagens, desde que as questões éticas sejam abordadas de forma proativa.

O que esta cobertura entrega

  • Atribuicao clara de fonte com link para a publicacao original.
  • Enquadramento editorial sobre relevancia, impacto e proximos desdobramentos.
  • Revisao de legibilidade, contexto e duplicacao antes da publicacao.

Sobre este artigo

Este artigo foi curado e publicado pelo AIDaily como parte da nossa cobertura editorial sobre desenvolvimentos em inteligência artificial. O conteúdo é baseado na fonte original citada abaixo, enriquecido com contexto e análise editorial. Ferramentas automatizadas podem auxiliar tradução e estruturação inicial, mas a decisão de publicar, a revisão factual e o enquadramento de contexto seguem responsabilidade editorial.

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