LLMs

O Google conquistou 25 milhões de assinaturas no primeiro trimestre, impulsionado pelo YouTube e pelo Google One

Publicado porRedacao AIDaily
4 min de leitura
Autor na fonte original: Sarah Perez

O Google registrou 25 milhões de novas assinaturas pagas no primeiro trimestre, atingindo um total de 350 milhões, impulsionado pelo crescimento do YouTube e do Google One.

Compartilhar:

O Google adicionou mais 25 milhões de assinaturas pagas aos seus serviços no último trimestre, anunciou a empresa controladora Alphabet durante a divulgação dos resultados financeiros do primeiro trimestre, na quarta-feira. A empresa informou que agora conta com 350 milhões de assinaturas pagas em todos os seus serviços, um aumento em relação aos 325 milhões registrados no quarto trimestre de 2025, sendo que os planos do YouTube e do Google One — seu serviço de armazenamento em nuvem e assinaturas — impulsionaram o crescimento recente.

O relatório de resultados não destacou o número de assinantes do Gemini nem seus usuários ativos mensais. Mas o acesso a recursos avançados do Gemini agora está incluído nesses planos do Google One, que estão em crescimento.

A falta de números concretos pode sugerir que o chatbot Gemini ainda tenha mais de 750 milhões de usuários, a mesma marca registrada no trimestre anterior. O Google destacou o crescimento do Gemini no importante mercado corporativo, observando um aumento de 40% em relação ao trimestre anterior no número de usuários ativos mensais pagos. A empresa também não apresentou um número concreto nesse caso.

A receita publicitária do YouTube ficou aquém das expectativas de Wall Street, mesmo continuando a crescer ano a ano.

À medida que o Google promove a visualização sem anúncios como parte de seu plano de assinatura do YouTube Premium, o serviço de vídeo tem registrado um declínio na receita publicitária que tem preocupado os investidores. Segundo a CNBC, Wall Street esperava que a Alphabet gerasse US$ 9,99 bilhões em receita publicitária do YouTube neste trimestre, mas ela arrecadou US$ 9,88 bilhões. O CEO da Alphabet, Sundar Pichai, havia alertado os analistas no último trimestre que os investidores deveriam avaliar os negócios do YouTube daqui para frente com base em uma combinação de anúncios e assinaturas: quando os usuários mudam para um plano de assinatura do YouTube, isso tem um impacto negativo na receita publicitária.

No ano passado, a receita anual do YouTube ultrapassou US$ 60 bilhões entre anúncios e assinaturas, com o quarto trimestre de 2025 gerando US$ 11,4 bilhões apenas em anúncios do YouTube. Neste trimestre, o valor dos anúncios do YouTube foi de US$ 9,9 bilhões. Isso representa um aumento de 11% em relação ao ano anterior, destacou a empresa, mas um desempenho abaixo das expectativas dos analistas sugere que os consumidores continuam migrando da visualização do YouTube sustentada por anúncios para assinaturas sem anúncios por meio do YouTube Premium. Esperamos ouvir mais sobre isso na teleconferência de resultados da empresa.

De qualquer forma, as ações da Alphabet subiram após superar as expectativas de Wall Street, com receita de US$ 109,9 bilhões, incluindo um crescimento robusto na nuvem. Somente a receita da nuvem ultrapassou US$ 20 bilhões.

Conheça seu próximo investidor ou startup de portfólio na Disrupt

Conheça seu próximo investidor ou startup de portfólio na Disrupt

Quando você compra por meio de links em nossos artigos, podemos receber uma pequena comissão. Isso não afeta nossa independência editorial.

A StrictlyVC dá início ao ano em São Francisco. Inscreva-se agora para participar de conversas informais e insights de VC com líderes da Uber, Replit, Eclipse e muito mais. Além disso, conexões de alto valor que realmente fazem a diferença. Os ingressos são limitados.

OpenAI encerra risco legal da Microsoft em relação ao acordo de US$ 50 bilhões com a Amazon Julie Bort

OpenAI encerra risco legal da Microsoft em relação ao acordo de US$ 50 bilhões com a Amazon

OpenAI encerra risco legal da Microsoft em relação ao acordo de US$ 50 bilhões com a Amazon

David Silver, da DeepMind, acaba de levantar US$ 1,1 bilhão para construir uma IA que aprende sem dados humanos Anna Heim

David Silver, da DeepMind, acaba de levantar US$ 1,1 bilhão para construir uma IA que aprende sem dados humanos

David Silver, da DeepMind, acaba de levantar US$ 1,1 bilhão para construir uma IA que aprende sem dados humanos

Os calouros de Stanford que querem dominar o mundo… provavelmente vão ler este livro e se esforçar ainda mais Connie Loizos

Os calouros de Stanford que querem dominar o mundo… provavelmente vão ler este livro e se esforçar ainda mais

Os calouros de Stanford que querem dominar o mundo… provavelmente vão ler este livro e se esforçar ainda mais

Dois universitários levantam US$ 5,1 milhões em pré-semente para construir uma rede social de IA no iMessage Dominic-Madori Davis

Dois universitários levantam US$ 5,1 milhões em pré-semente para construir uma rede social de IA no iMessage

Dois universitários levantam US$ 5,1 milhões em pré-semente para construir uma rede social com IA no iMessage

A perda da Meta é o ganho da Thinking Machines Connie Loizos

Google investirá até US$ 40 bilhões na Anthropic em dinheiro e recursos computacionais Rebecca Bellan

Google investirá até US$ 40 bilhões na Anthropic em dinheiro e recursos computacionais

Google investirá até US$ 40 bilhões na Anthropic em dinheiro e recursos computacionais

OpenAI lança o GPT-5.5, aproximando a empresa um passo mais perto de um “superapp” de IA Lucas Ropek

OpenAI lança o GPT-5.5, aproximando a empresa um passo mais perto de um “superapp” de IA

OpenAI lança o GPT-5.5, aproximando a empresa um passo mais perto de um “superapp” de IA

Pontos-chave

  • O Google alcançou 350 milhões de assinaturas pagas, destacando a importância da diversificação de receitas.
  • A migração para assinaturas do YouTube Premium pode impactar o consumo de conteúdo digital no Brasil.
  • O desempenho abaixo das expectativas da receita publicitária do YouTube sinaliza a necessidade de inovação contínua.

Análise editorial

A conquista de 25 milhões de novas assinaturas pelo Google no primeiro trimestre é um indicativo do fortalecimento de sua estratégia de monetização, especialmente em um cenário onde a receita publicitária do YouTube não atendeu às expectativas do mercado. Para o setor de tecnologia brasileiro, isso ressalta a importância de diversificar as fontes de receita, uma vez que a dependência excessiva de anúncios pode ser arriscada. O crescimento do Google One, que agora inclui recursos avançados do Gemini, também sugere uma tendência crescente de integração entre serviços, o que pode ser um modelo a ser seguido por empresas locais que buscam aumentar a retenção de clientes.

Além disso, a migração dos usuários para planos de assinatura do YouTube Premium pode sinalizar uma mudança nos hábitos de consumo de conteúdo digital. No Brasil, onde o acesso à internet móvel é predominante, essa transição pode impactar a forma como as empresas locais de mídia e entretenimento se posicionam. É crucial que essas empresas considerem a adoção de modelos de assinatura para garantir sustentabilidade financeira em um mercado cada vez mais competitivo.

O desempenho abaixo das expectativas da receita publicitária do YouTube também levanta questões sobre a eficácia das estratégias de marketing digital. Com a crescente concorrência de plataformas como TikTok e Twitch, o Google precisa inovar continuamente para manter sua relevância. O que observar nos próximos trimestres é como a Alphabet irá equilibrar a receita de anúncios com o crescimento das assinaturas, especialmente em um ambiente onde os consumidores estão cada vez mais dispostos a pagar por experiências sem interrupções publicitárias. Essa dinâmica pode influenciar diretamente o comportamento do consumidor brasileiro, que já demonstra uma tendência crescente em adotar serviços de streaming pagos.

Por fim, a falta de números concretos sobre o desempenho do Gemini pode indicar um foco estratégico em mercados corporativos, onde a demanda por soluções de IA está em ascensão. Para o Brasil, isso pode significar oportunidades para startups que buscam integrar inteligência artificial em suas operações, especialmente em setores como finanças e saúde, onde a eficiência e a automação são cada vez mais valorizadas.

O que esta cobertura entrega

  • Atribuicao clara de fonte com link para a publicacao original.
  • Enquadramento editorial sobre relevancia, impacto e proximos desdobramentos.
  • Revisao de legibilidade, contexto e duplicacao antes da publicacao.

Fonte original:

TechCrunch AI

Sobre este artigo

Este artigo foi curado e publicado pelo AIDaily como parte da nossa cobertura editorial sobre desenvolvimentos em inteligência artificial. O conteúdo é baseado na fonte original citada abaixo, enriquecido com contexto e análise editorial. Ferramentas automatizadas podem auxiliar tradução e estruturação inicial, mas a decisão de publicar, a revisão factual e o enquadramento de contexto seguem responsabilidade editorial.

Saiba mais sobre nosso processo editorial