Startups de IA

Origin Lab raises $8M to help video game companies sell data to world-model builders

Publicado porRedacao AIDaily
4 min de leitura
Autor na fonte original: Russell Brandom

Origin Lab will serve as a marketplace where AI labs can buy high-quality licensed data, and video-game companies can sell it.

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As AI begins to interact with the physical world, new types of labs are working to build world models that could be used to operate physical robotics or model objects in physical space. Unlike large language models, there isn’t an easy source of data for those models, which has left many labs scrambling to assemble the necessary training sets.

Now, one startup is emerging with an unlikely data source: the video game industry.

That’s the premise of Origin Lab , which just announced an $8 million seed funding round led by Lightspeed Ventures. SV Angel, Eniac, Seven Stars, and FPV also participated, with angel funding from Twitch co-founder Kevin Lin and Cruise founder Kyle Vogt.

“The AI systems that are being built now need to understand how the physical world works and how things move,” co-CEO and co-founder Anne-Margot Rodde told TechCrunch. “That data essentially lives in video games.” The company’s other co-founders (pictured above) are Antoine Gargot and Colin Carrier.

In simple terms, Origin Lab will serve as a marketplace where world-model-focused labs such as Yann LeCun’s AMI Labs or Fei-Fei Li’s World Labs can buy high-quality licensed data. On the other side of the trade, video game companies can squeeze additional revenue out of the digital assets they’ve already created. In the middle, Origin Lab will convert the video game assets into a form that works as training data — something that could be as simple as a rendering run or as complex as automating hours of walkthrough footage.

“It became clear that the video game industry was sitting on some incredibly valuable data, but there was no real way or infrastructure to basically connect AI labs and the video game industry,” says Rodde. “So essentially, we built that bridge.”

Labs have long been interested in video game footage as a data source, but licensing and data-quality issues have often gotten in the way. In December 2024 , OpenAI caused a minor scandal when the first version of its Sora video-generation model seemed to regurgitate footage of popular video games and streamers — presumably because it had been trained on Twitch streams. Amazon has been open about its interest in using Twitch footage to train models.

Origin’s success in fundraising is a sign of a growing market — not just for training data, but for startups that can serve as essential suppliers to major AI labs. Faraz Fatemi, a partner at Lightspeed who led the Origin investment, says the success of companies like Scale AI has made the opportunity impossible to ignore.

“We’ve seen how sharp the revenue scaling can be for data vendors that are serving the major labs,” Fatemi told TechCrunch. “These are very well-capitalized businesses, and the bottleneck for all of them is data.”

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Pontos-chave

  • A Origin Lab conecta desenvolvedores de jogos e laboratórios de IA, criando novas oportunidades de monetização.
  • O mercado de dados para treinamento de IA está em expansão, com potencial para startups brasileiras se destacarem.
  • Desafios como licenciamento e qualidade de dados devem ser cuidadosamente geridos para evitar controvérsias.

Análise editorial

A recente captação de US$ 8 milhões pela Origin Lab destaca uma tendência emergente que pode impactar significativamente o setor de tecnologia no Brasil e globalmente. A interseção entre jogos eletrônicos e inteligência artificial (IA) abre novas oportunidades para desenvolvedores de jogos brasileiros, que podem monetizar seus ativos digitais de maneiras inovadoras. Isso é especialmente relevante em um país onde a indústria de jogos está em crescimento, e onde muitos estúdios independentes podem se beneficiar de uma nova fonte de receita ao licenciar seus dados para laboratórios de IA.

Além disso, a criação de um mercado estruturado para a troca de dados entre desenvolvedores de jogos e laboratórios de IA pode acelerar o desenvolvimento de modelos de mundo físico, que são essenciais para a robótica e outras aplicações de IA. Essa infraestrutura pode facilitar a colaboração entre setores que tradicionalmente operam de forma isolada, promovendo um ecossistema mais integrado e inovador. Para o Brasil, isso pode significar um aumento na competitividade global, especialmente se os estúdios locais conseguirem se posicionar como fornecedores de dados valiosos.

No entanto, é importante observar os desafios que podem surgir, como questões de licenciamento e qualidade dos dados, que já foram obstáculos no passado. A experiência de empresas como a OpenAI com o uso de dados de jogos mostra que a coleta e o uso ético de dados são cruciais para evitar controvérsias. Portanto, a Origin Lab terá que navegar cuidadosamente por essas questões à medida que se estabelece no mercado. O que se observa agora é um espaço em evolução que pode levar a novas práticas e normas na utilização de dados de jogos para treinamento de IA, algo que deve ser monitorado de perto por todos os envolvidos no setor.

Por fim, a movimentação de capital em torno da Origin Lab pode ser um indicativo de um mercado em expansão para startups que atuam como intermediárias entre diferentes indústrias. À medida que mais investidores reconhecem o potencial de modelos de negócios que conectam jogos e IA, podemos esperar um aumento no fluxo de investimentos em startups brasileiras que buscam explorar essa interseção. Essa dinâmica pode não apenas impulsionar a inovação, mas também criar um ambiente propício para o surgimento de novas soluções tecnológicas que atendam às demandas do futuro.

O que esta cobertura entrega

  • Atribuicao clara de fonte com link para a publicacao original.
  • Enquadramento editorial sobre relevancia, impacto e proximos desdobramentos.
  • Revisao de legibilidade, contexto e duplicacao antes da publicacao.

Fonte original:

TechCrunch AI

Sobre este artigo

Este artigo foi curado e publicado pelo AIDaily como parte da nossa cobertura editorial sobre desenvolvimentos em inteligência artificial. O conteúdo é baseado na fonte original citada abaixo, enriquecido com contexto e análise editorial. Ferramentas automatizadas podem auxiliar tradução e estruturação inicial, mas a decisão de publicar, a revisão factual e o enquadramento de contexto seguem responsabilidade editorial.

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