Yes, you can now order DoorDash from the command line
DoorDash is opening a limited beta of dd-cli, a command-line tool that lets developers and AI agents search stores, build carts, and place orders from the terminal, marking another step toward software designed for AI agents instead of just humans.
Sudo make me a sandwich . The future has arrived! DoorDash just introduced a limited beta of DoorDash CLI, a command-line tool for developers that lets you order DoorDash directly from your AI agent. The tool can be used to search stores, find deals, and check out, the company says.
Today we're opening up the DoorDash CLI in limited beta. `dd-cli` lets you order DoorDash directly from your agent: search stores, find the best deals, check out, and more. Early access for US/Canadian macOS developers by waitlist. Excited to see what folks build! pic.twitter.com/rSFhjJnvjJ
Called “dd-cli,” the new tool is open to U.S. and Canadian macOS developers via a waitlist, said DoorDash co-founder and CTO Andy Fang in a post on X . DoorDash was asked for comment about the new feature.
The announcement is getting a lot of attention because, on the face of it, it’s rather funny. Command-line tools are associated with programming, not ordering lunch. An AI agent running commands to order your salad or sandwich can initially feel somewhat absurd.
But the DoorDash CLI isn’t actually a joke; it’s an example of what agentic commerce can look like.
With this move, the company is exposing DoorDash’s ordering platform to AI agents, allowing developers to add functionality to their own software and services. That means instead of visiting DoorDash’s app, developers could build their own tools for ordering food, groceries, or finding local lunch deals, among other things, or use those capabilities as building blocks that are combined with other tools.
DoorDash, too, has experimented with offering its service via iMessage and now has its own AI chatbot , “Ask DoorDash” — offering two examples of how agentic commerce can work. It also exposes its service to AI chatbots, like OpenAI’s ChatGPT and Claude .
The company’s sign-up form for access to the new CLI tool includes a field asking developers what they would build, if allowed into the beta.
The launch has a bit of humor to it, as it recalls that old XKCD comic about programmers automating ridiculous tasks — like making a sandwich. In the comic, a programmer says “make me a sandwich,” and the other person responds, “What? Make it yourself,” so the programmer says “sudo make me a sandwich,” and the other person says “OK.” (It’s programming humor, okay?)
The attached video in the X post leans into the over-engineering angle, as it reads Slack, recalls memories, parses JSON, inspects menu structures, runs Python scripts, recovers from errors, and calculates totals, just to do something as simple as ordering three salads. As the task runs, the interface reads “Flibbertigibbeting,” making the whole thing even funnier.
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Pontos-chave
- A DoorDash está promovendo a automação de pedidos através de uma interface de linha de comando, o que pode inspirar inovações no setor de delivery no Brasil.
- A abertura da plataforma para desenvolvedores pode estimular a criação de soluções personalizadas que atendam a necessidades específicas dos consumidores.
- O conceito de 'comércio agente' pode se tornar uma tendência, permitindo que empresas brasileiras se destaquem em um mercado competitivo.
Análise editorial
A introdução do dd-cli pela DoorDash representa um avanço significativo na interseção entre comércio e inteligência artificial, especialmente em um cenário onde a automação e a personalização de serviços estão se tornando cada vez mais relevantes. Para o setor de tecnologia brasileiro, essa inovação pode inspirar startups e desenvolvedores a explorar soluções semelhantes, que integrem serviços de entrega e outras funcionalidades em plataformas personalizadas. A possibilidade de criar ferramentas que utilizem a API da DoorDash para automatizar pedidos pode abrir novas oportunidades de negócios, especialmente em um mercado que já é familiarizado com a cultura de delivery.
Além disso, a abordagem da DoorDash em permitir que desenvolvedores construam suas próprias aplicações em cima de sua plataforma pode ser vista como um convite à inovação colaborativa. Isso pode estimular a criação de soluções que atendam a necessidades específicas do consumidor, como a busca por ofertas locais ou a combinação de serviços de entrega com outras funcionalidades, como recomendações personalizadas. Essa tendência de "comércio agente" pode ser um divisor de águas, permitindo que empresas brasileiras se destaquem em um mercado cada vez mais competitivo.
O que observar a seguir é como outras empresas de tecnologia e delivery responderão a essa iniciativa. A possibilidade de integrar serviços de entrega em assistentes virtuais e chatbots pode se tornar um padrão, e a DoorDash pode ser vista como uma pioneira nesse espaço. Além disso, será interessante acompanhar como a regulamentação e as questões de privacidade de dados se desenrolarão à medida que mais empresas adotarem esse modelo de negócios baseado em IA.
Por fim, o humor presente na comunicação da DoorDash, que remete a piadas sobre programação, pode ser uma estratégia para desmistificar a tecnologia e torná-la mais acessível ao público geral. Isso pode ajudar a criar uma conexão mais forte entre a empresa e os desenvolvedores, além de estimular um ambiente de inovação que pode beneficiar todo o ecossistema tecnológico brasileiro.
O que esta cobertura entrega
- Atribuicao clara de fonte com link para a publicacao original.
- Enquadramento editorial sobre relevancia, impacto e proximos desdobramentos.
- Revisao de legibilidade, contexto e duplicacao antes da publicacao.
Fonte original:
TechCrunch AISobre este artigo
Este artigo foi curado e publicado pelo AIDaily como parte da nossa cobertura editorial sobre desenvolvimentos em inteligência artificial. O conteúdo é baseado na fonte original citada abaixo, enriquecido com contexto e análise editorial. Ferramentas automatizadas podem auxiliar tradução e estruturação inicial, mas a decisão de publicar, a revisão factual e o enquadramento de contexto seguem responsabilidade editorial.
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